Tapon  |
Nome científico:Tarpon atlanticus
Para muitos pescadores em todo o mundo, o tarpon é o troféu mais sonhado. O tamanho descomunal que atinge - pode chegar a 2 m de comprimento e mais de 100 Kg - a força, a incomparável beleza e os incríveis saltos, de até dois metros fora da água, são apenas alguns dos atributos que tornam este peixe tão desejado. Até os dez quilos, eles são chamados "baby tarpons".
Freqüentador dos estuários de rios, manguezais e baías, ele é mais encontrado nas regiões quentes do Atlântico. Para quem aprecia a sua pesca, o Caribe é o verdadeiro paraíso. No Brasil, é possível encontrá-lo no norte do Espírito Santo, sendo que sua freqüência aumenta à medida em que se caminha para o norte do País, já sendo comum no Estado da Bahia.
A carne do tarpon não apresenta qualidade para consumo, portanto todos os exemplares capturados devem ser soltos.
É importante que o material para a sua pesca seja reforçado e que o pescador disponha de muita linha em sua carretilha. Afinal, uma briga com um grande tarpon pode durar muitas horas e as corridas parecem não ter fim.
As iscas mais utilizadas para a sua captura são os peixes vivos, como tainhas e sardinhas. Dentre as artificiais, as mais usadas são jigs, plugs de meia água e superfície, shads e as especialmente desenvolvidas para a pesca do tarpon. |
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Betara
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Nome científico:Menticirrhus americanus
A betara também é conhecida por outros nomes populares como papa-terra e perna-de-moça.
Por estar presente em todas as praias do litoral brasileiro, é assídua nas linhas dos "pescadores de verão". Dificilmente, ultrapassam os 60 cm de comprimento. Os exemplares mais capturados apresentam um tamanho médio de 25 cm. Vivem em praias arenosas e freqüentam os canais que se formam antes da linha de arrebentação das ondas. É para lá, portanto, que os pescadores devem dirigir os seus arremessos.
Como iscas, podem ser utilizados camarões, moluscos e minhoca de praia. Mas, sem dúvida, os corruptos são os seus petiscos favoritos. |

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