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Prejereba Prejereba


Nome científico:Lobotes surinamensis
    Freqüentadoras de regiões de mar aberto, as prejerebas são espécies predadoras, que se alimentam de pequenos peixes e crustáceos. Elas são encontradas com mais facilidade, nadando próximas a detritos, especialmente daqueles que flutuam na superfície do mar, como grandes tábuas e restos de caixas.
    As prejerebas crescem muito e podem ultrapassar 15 quilos. A cor de seu corpo é marrom , com alguns nuances de cinza ou verde, geralmente no dorso. Além disso, possuem as extremidades das nadadeiras dorsal e anal bastante alongadas, o que dá a impressão de serem compostas por três partes.
    Para a sua pesca, deve ser usado um equipamento médio pesado. E como são encontradas próximas à superfície da água, recomenda-se também o uso de bóias. As iscas que oferecem maior sucesso são as sardinhas e manjubas iscadas inteiras ou em pedaços. As artificiais também podem ser utilizadas, apesar da limitação que oferecem em função de seu tamanho. Neste sentido, o uso do fly é bastante indicado.
 


BarracudaBarracuda

Nome científico:Sphyraena barracuda
    Embora sejam parentes próximas das bicudas, as barracudas crescem bem mais que as suas "primas", podendo chegar a dois metros e quase 50 quilos. Elas são muito comuns no Caribe e em toda a América Central, mas podem também ser encontradas em nossas águas, especialmente no Nordeste, onde nadam em regiões de mar aberto, próximas a ilhas e parcéis. Eventualmente, são vistas em regiões mais próximas da Costa, como mangues e estuários. As barracudas são predadoras por excelência. Elas nadam em pequenos grupos à caça de peixes (seu alimento predileto), alguns dos quais nem cabem na boca, precisando, ser despedaçados para serem engolidos.
    Normalmente, elas são pescadas na modalidade de corrico, com iscas artificiais. Mas a sua captura também acontece por arremesso com plugs de meia água e superfície e iscas naturais de peixes inteiros. Embora a barracuda seja considerada agressiva por estar sempre envolvida em acidentes, alguns estudos demonstram que essa característica não é verdadeira. A maioria dos acidentes relatados aconteceu porque elas tentaram morder objetos metálicos presos ao corpo de mergulhadores, e acabaram por se exceder quando alimentadas à mão livre. Na verdade, é no prato que as barracudas representam perigo. Pelo fato de serem peixes de ponta da cadeia alimentar, elas acabam acumulando algumas toxinas presentes nos peixes que comem.

 

 

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