Olho-de-Boi  |
Nome científico:Seriola dumerili
Pertencente à mesma família do pampo e xaréus - grandes brigadores de nossos mares -, o olho- de-boi é o maior representante da família Carangidae na costa brasileira, atingindo tamanhos superiores a 1,5 m e mais de 80 kg.
Nadador de correntes marítimas, ele é grande freqüentador de parcéis e ilhas oceânicas. Atacam bem iscas artificiais e costumam aparecer de surpresa em pescarias de enchovas. E aí... É um Deus nos acuda! Diferente da maioria dos peixes pelágicos, o olho-de-boi tem o "mal hábito" de brigar sujo, fazendo de tudo para arrebentar a linha do pescador, ralando-a contra as pedras.
Aparecem mais freqüentemente nas pescarias de inverno, coincidindo com a "temporada" das enchovas, nos meses de maio a agosto.
Podem ser capturados com grandes plugs de meia água e fundo, jigs, colheres de ziguezague e iscas de superfície do tipo jumping baits. As naturais mais usadas são sardinhas, lulas e filés de peixe. |
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Pampo 
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Nome científico:Trachinotus spp
Presente em toda a extensão do litoral brasileiro, o pampo é um peixe muito desejado pela maioria dos pescadores de praia e de costão. Várias espécies são vulgarmente chamadas de pampos, dentre elas a sernambiguara e o galhudo.
A grande força física, aliada ao formato do seu corpo, que provoca resistência ao recolhimento, faz com que essa espécie exija muito do pescador.
Se alimenta de crustáceos, moluscos e demais mariscos que se fixam ou se movimentam em costões rochosos ou nos fundos de areia.
As iscas utilizadas para a sua captura são: camarão, corrupto, canivetes e tatuí (ou tatuíra), um crustáceo que, por sinal, exerce grande poder de atração sobre o pampo, pelo fato de se movimentar nos fundos de areia. |

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